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Cartão fidelidade de papel ou digital: qual compensa para o seu negócio

Cartão fidelidade de papel ou digital, sem exagero: quando o papel resolve, quanto ele custa de verdade (mesmo sem aparecer na nota) e como passar para o celular sem ninguém perder carimbos.

Por Equipe Stampaz5 min de leitura

Neste artigo
  1. 01Primeiro, a parte honesta: quando o papel basta
  2. 02Quanto o cartão de papel custa de verdade
  3. 03O que você ganha com o cartão digital
  4. 04Tabela comparativa: papel vs digital
  5. 05Como passar do papel para o digital sem perder clientes
  6. 06Exemplos por tipo de negócio
  7. 07Sinais de que está na hora de trocar
  8. 08Veredito

Primeiro, a parte honesta: quando o papel basta

Antes de comparar cartão fidelidade de papel ou digital, um aviso: o cartãozinho de papel não morreu. Há negócios em que ele funciona bem e trocar não é urgente.

O papel basta se:

  • Você tem poucos clientes fixos e conhece todos. Se sabe o nome de cada um e o que ele pede, já tem a relação que um app tenta construir.
  • Você não vai usar os dados. Se nunca vai mandar um aviso nem olhar quem parou de vir, o digital perde boa parte da vantagem.
  • Seu público é quase todo de passagem (zona muito turística). Aqui nenhum cartão faz milagre.

Se você se reconhece nisso, fique com o papel. Se não, continue: o papel tem custos que não aparecem na nota da gráfica.

Quanto o cartão de papel custa de verdade

Gráfica e carimbo

Cartões impressos, carimbo personalizado, tinta. E reimpressão sempre que acaba ou que você muda algo (preço, logo, regras). Se muda o prêmio, os cartões antigos continuam circulando com a regra velha.

Cartões que se perdem

O cliente esquece no outro casaco, molha, deixa em casa. Cada cartão perdido é um cliente que recomeça do zero, e muitos não pedem outro. O cartão para de funcionar justamente com quem mais compra.

Fraude

Um carimbo parecido se consegue fácil. Na hora do rush ninguém confere. Não precisa ser frequente para pesar: alguns prêmios dados de graça por mês já aparecem numa margem apertada.

Zero dados

É o custo maior e o menos visível. Com papel você não sabe quem é seu cliente, quantos tem, com que frequência vêm nem quem parou de vir. Não dá para avisar ninguém de uma novidade, dar parabéns no aniversário ou recuperar quem sumiu há um mês.

Exemplo com contas

Exemplo (cafeteria, números inventados para ilustrar): você tem 200 clientes com cartão de papel e o prêmio é um café a cada 10.

  • Se 1 em cada 10 perde o cartão no meio do caminho, são 20 clientes sem motivo para voltar a você e não ao café da frente.
  • Se metade desses 20 tomava uns 2 cafés por semana na sua loja, você deixou de ver umas 20 visitas por semana. Multiplique pelo seu tíquete médio.
  • E você nem fica sabendo, porque com papel não dá para saber quem foi embora.

Faça a conta com os seus números. O resultado costuma ser maior que a conta da gráfica.

O que você ganha com o cartão digital

Um cartão digital no Apple Wallet ou no Google Wallet resolve os problemas acima e faz coisas que o papel não faz.

  • Não se perde. Fica no celular, que o cliente sempre leva.
  • Você sabe quem é o cliente. Quantos são, com que frequência vêm, quem está perto do prêmio e quem parou de vir. Com exportação em CSV para trabalhar numa planilha.
  • Dá para falar com ele. Notificações na tela de bloqueio: carimbo em dobro no horário fraco, produto novo, lembrete de que falta um carimbo.
  • Mensagens automáticas (no Pro e no Cadena da Stampaz): parabéns no aniversário, boas-vindas e “sentimos sua falta” para quem sumiu.
  • Sem fraude de carimbo. Cada carimbo é dado pela equipe ao ler o cartão, e o sistema impede leitura dupla.
  • Muda o design quando quiser. Atualiza em todos os celulares e ninguém perde nada.
  • Mais tipos de cartão: pontos, desconto por níveis, cashback, vale-presente ou assinatura. Impossível no papel.

O que não muda: se o prêmio é ruim ou ninguém fala do cartão no caixa, o digital também não funciona. Ideias para o cliente voltar em como fidelizar clientes.

Tabela comparativa: papel vs digital

AspectoCartão de papelCartão digital (Wallet)
Custo inicialGráfica e carimboMensalidade ou anuidade
CadastroVocê entrega o cartãoEscaneia um QR e salva no celular
PerdaFrequenteNão, fica no celular
FraudeFácilCada carimbo fica registrado
Dados do clienteNenhumQuem é, frequência, quem sumiu
AvisosImpossívelNotificações na tela de bloqueio
Mudar design ou regraReimprimir; os velhos continuam circulandoAtualiza em todos os celulares
Tipos de programaCarimbos (e pouco mais)Carimbos, pontos, níveis, cashback, presente, assinatura
Cliente sem smartphoneFuncionaCartão web ou manter um pouco de papel
Proteção de dadosVocê não guarda dadosDados pessoais: precisa de ferramenta adequada (a Stampaz guarda os dados na UE)

Para saber o custo da Stampaz: Local 29 €/mês, Pro 49 €/mês e Cadena 149 €/mês, sem impostos e sem fidelidade contratual.

Como passar do papel para o digital sem perder clientes

O medo típico: “e o que eu faço com quem tem 7 carimbos no papel?”. Resposta simples: respeite.

  1. Prepare o cartão digital com a mesma regra. Se o papel dava um café a cada 10, comece igual. Mudar suporte e regra ao mesmo tempo confunde. O passo a passo está em como criar cartão fidelidade digital.
  2. Converta os carimbos no cadastro. Quando o cliente com papel se cadastra, você soma os carimbos dele com um ajuste no painel (fica anotado no histórico) e recolhe o cartão de papel. O cliente vê desde o primeiro dia que o novo já começa adiantado.
  3. Ponha data de fim no papel. Um cartaz: “A partir do dia 1º, só cartão no celular. Traga seu cartão de papel e passamos os carimbos”. Um ou dois meses de convivência costumam bastar.
  4. Deixe uma saída para quem não se adapta. O cartão web da Stampaz funciona em qualquer navegador; e, se nem assim, guarde alguns cartões de papel para casos específicos.
  5. Aproveite a troca para comunicar: “Agora seu cartão fica no celular e não se perde. E o primeiro carimbo é por nossa conta.”

Exemplos por tipo de negócio

  • Cafeteria: o clássico de 10 cafés vai igualzinho para o celular, e ainda dá para avisar de carimbo em dobro à tarde. Mais ideias em fidelizar clientes em cafeteria e na página para cafeterias.
  • Barbearia: o cartão de cortes se perde muito porque é usado uma vez por mês. No digital, você ainda lembra o cliente que está na hora do corte. Veja a página para barbearias.
  • Padaria: com tíquete variável, no digital dá para trocar carimbos por pontos por valor gasto, algo inviável no papel. Página para padarias.

Sinais de que está na hora de trocar

  • Você reimprime cartões mais do que gostaria.
  • Aparecem carimbos que você não reconhece ou cartões completos suspeitos.
  • Quer avisar de uma novidade e não tem como chegar nos clientes.
  • Percebe que alguns habituais sumiram, mas não sabe quem nem desde quando.
  • Quer testar algo diferente de carimbos e no papel não dá.

Veredito

Se você tem poucos clientes, conhece todos e não vai usar dados nem avisos, o papel resolve. Em qualquer outro caso, o cartão digital devolve o que o papel leva sem você perceber: clientes que perdem o cartão, carimbos falsos e, principalmente, a chance de voltar a falar com quem já comprou de você.

Perguntas frequentes

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